segunda-feira, 17 de maio de 2010

Café II

Era uma vez uma rapariga apaixonada que cagava borboletas e comia cigarros de Whisky cor-de-rosa que saiem dos buracos das paredes ensaguentadas, que assistiram àquela chacina inútil, do qual morreram asfixiados em pêlo de gatos homossexuais comedores de bolachas góticas com sangue. Depois foi ouvir Quim Barreiros à noite, ouviam-se os gritos desesperados à procura de uma saída daquele labirinto feito pela pila gigante do Big Foot que dava nós apertados no café, a lerem poemas de Kerouac e a beberem sangue dos cálices amaldiçoados pelos deuses antigos. Sonhando com a imortalidade do pénis monstruoso da Inês que afugentava todos os dragões e vampiros gays que andavam com pochetes amarelas às bolinhas que brilhavam no canto escuro na sala secreta do castelo peludo e amarelo onde o pinguim fritava ovos à noite à luz da lua despida, só com a tanga à tigresa. A seguir vestiu os calções de ciclista que caiu daquela montanha gigante e sobreviveu sem grandes peidos vaginais dos quais o cigarro ria e falava enquanto a girafa dizia: "Vou dar uma cabeçada na parede como o Sid e depois sexo". Abraçaram-se e adormeceram. Acordaram e fumaram uma maçã que o homem das cavernas violava incessantemente enquanto ela caçava gambuzinos na auto-estrada às 2 da manhã sem fazer bombas para destruir meio mundo, em busca do seu dominio mundial e o E.T. perguntava-se se seria possível existir um donut tão profundo que a Lúcia ficou emocionada. Foi ao talho, foi a razão para o Joãozinho ter ido ter ido à procura de uma puta com sida. Entretanto, o Dalai Lama segue a sua viagem em busca de gelados de café. De manhã, a Lúcia fugiu para a casa arruinada pelo incêndio que engolio por completo a floresta inteira. Num certo dia, a rapariga apaixonada pôs um anúncio na net que dizia: "Foda-se! Mas queres que eu diga o quê?" E basou, dirigindo-se ao Hotel onde se encontrava a sua amante secreta onde a menina estrábica guardava o cadáver do pinguim apaixonado e de repente foi a trás de uma árvore e voltou sem calças porque estava farta da vida que levava. Decidiu viajar para um país nórdico e quente que se situava no pólo sul do planeta asiático onde alguém com fósforos maiores que os dela e a seguir acendeu o charuto que estava quase a acabar. Bebia o rum do seu balão cheio de odor a quiffs e de repente aparece o anúncio das Farmácias Portuguesas.

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